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Economia em Brusque - SC

Pensando em morar na capital da indústria têxtil? Conheça aqui como é a economia em Brusque e os setores que a movimentam. 

Quando pensamos em morar em uma cidade, geralmente fazemos uma lista de vantagens e desvantagens, a fim de visualizar melhor do que podemos abrir mão e aquilo que deve ser mantido, independentemente de qualquer situação.

Essa análise se dá porque queremos conquistar mais qualidade de vida e morar em um lugar que ofereça possibilidades para um estilo mais tranquilo e seguro, especialmente quanto a questões financeiras.

Nesse sentido, a cidade de Brusque vem chamando a atenção de quem se preocupa com a economia de onde vive. Afinal, os motores econômicos do município vêm crescendo de modo interessante, com destaque para a indústria têxtil e as grandes festas culturais que movimentam a região.

Dessa forma, para que você conheça ainda mais o município e entenda os motivos de Brusque ter uma economia local aquecida, proporcionando qualidade de vida para a população, preparamos este artigo com algumas informações valiosas a respeito do assunto. Acompanhe!

Cidade de Brusque e sua formação


economia em brusque

Você sabia que a história de Brusque começa com a Colônia Itajahy? Assim foi batizado o núcleo criado pelos primeiros colonizadores da região, composto por imigrantes alemães liderados pelo Barão von Schneeburg, em 1860.

O município foi instituído oficialmente em 1881, com o nome de São Luís Gonzaga. Anos mais tarde, em 1890, a cidade passou a se chamar Brusque, em homenagem ao presidente da província11 de Santa Catarina nos tempos da colônia, Francisco Carlos Araújo Brusque.

Apesar de boa parte dos imigrantes colonizadores terem sido alemães — os quais levaram para a região festas, arquitetura e culinária típicas —, outras culturas também contribuíram para os costumes que observamos hoje.

Em 1867, por exemplo, os primeiros irlandeses e britânicos chegaram às terras, fugindo da Guerra da Secessão. Tempos depois, em 1875, foi a vez de os italianos desembarcarem na cidade e, por fim, os poloneses. Estes, inclusive, trouxeram para a região técnicas de tecelagem.

Com isso, João Bauer, por já ter experiência com lojas, viu a oportunidade de utilizar as habilidades dos poloneses para desenvolver a primeira tentativa de produção de tecidos, em 1890. A experiência não teve tanto êxito.

Dois anos depois, Carlos Renaux é quem obteve resultados positivos no ramo. Com a ajuda dos imigrantes poloneses, instalou teares de madeira rústicos no depósito de seu comércio, fundando a Fábrica de Tecidos Renaux S.A.

A partir daí, outras indústrias do setor começaram a ganhar forma, conquistando a principal atividade econômica de Brusque. Ainda nos dias de hoje, é um dos segmentos mais fortes da economia local.

Economia em Brusque


Por falar em economia, a cidade é conhecida como a Capital da Indústria Têxtil, que, como pudemos entender anteriormente, é o principal carro chefe. No entanto, outros setores colaboram com a economia local aquecida do município, a exemplo da indústria metalmecânica.

Tratam-se de fatores de grande relevância para a região, inclusive para a população. Para se ter uma ideia, apenas em 2018, Brusque ocupava o quinto lugar no ranking de geração de empregos entre as cidades brasileiras.

Nesse contexto, é válido mencionar o IDH de Brusque, que tem média de 0,794 em renda, 0,795 em educação e 0,894 em longevidade, o que significa qualidade de vida digna para os moradores da região.

Vamos, então, conhecer as principais fontes de economia do município e seus índices referentes à renda? Confira os dados que separamos a seguir!

Principais fontes de economia da cidade


Em 2010, de acordo com o Atlas do Desenvolvimento Humano, a renda per capita média de Brusque alcançou R$ 1.116,93. Já em 2018, conforme dados do IBGE, o PIB per capita da cidade bateu os R$ 45.676,36.

Com relação à participação dos principais setores produtivos para o resultado econômico registrado em 2019 pelo município, temos que 47,9% equivale ao setor de serviços, ao passo que 39,4% é referente à indústria. Juntos, os dois segmentos totalizam 87,3% de participação.

Isso nos leva à indústria têxtil novamente, já que Brusque tem mais de nove mil empresas do setor e cerca de mil fábricas de tecidos instaladas pela região, o que movimenta a economia e, consequentemente, gera uma grande quantidade de postos de trabalho.

Outro segmento de importância para a economia local é a indústria metalmecânica, que exporta peças para outras localidades, como aquelas utilizadas para o funcionamento de veículos automotivos e para os equipamentos eletromecânicos.

Como reflexo, temos que o comércio de peças de vestuário, artigos para casa e serviços metalúrgicos são muito procurados na região.

O turismo, é claro, trata-se de outro grande motor da economia em Brusque. Isso porque o município é referência quando nos referimos a peregrinações religiosas. No terceiro domingo de agosto, por exemplo, o Santuário Nossa Senhora de Azambuja recebe mais de 80 mil devotos.

As festas tradicionais também são de tamanha relevância, principalmente a Festa Nacional do Marreco ou Fenarreco. Ela traz mais de 120 mil turistas para a cidade em busca de chope gelado, atrações culturais e culinária alemã, embalados pelas músicas germânicas.

Esses setores, quando em conjunto, transformam não apenas a visibilidade de Brusque frente a outras regiões, mas colaboram com o percentual de empregos e qualidade de vida da população.

Índices de desemprego e salário mínimo


economia em brusque

Quando focamos na população de Brusque, em questões econômicas, temos que o índice de pessoas extremamente pobres passou de 0,49% em 1991 para 0,29% em 2010. Por sua vez, o índice de pessoas pobres passou de 3,81% para 0,89%, considerando o mesmo período.

A evolução da desigualdade de renda entre 1991 e 2010, diminuiu de 0,41% para 0,40%. Tal índice varia de 0 à 1, sendo que, até 1, encontramos uma situação de igualdade entre os mais pobres e os mais ricos.

Além disso, apenas 1,8% dos habitantes com 18 anos ou mais, economicamente ativos, estavam desempregados em 2010. O destaque vai para a taxa de pessoas empregadas, que chegou aos 76,9%.

Em dados de 2018, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) divulgou uma taxa de 44% da população da cidade com postos de trabalhos ativos, o que é positivo quando comparada a outras regiões.

Do percentual de ocupados economicamente em 2010, 43,97% possuíam Ensino Médio Completo, e 91,01% recebiam até cinco salários mínimos. Em 2018, conforme o IBGE, o salário médio mensal dos trabalhadores formais da região era de 2,5 salários mínimos.

Ainda de acordo com os levantamentos de 2010, 0,04% da população ocupada trabalhava na indústria extrativa, 0,83% nos setores de utilidade pública, 1,56% no setor agropecuário, 6,33% no setor de construção, 15,06% no comércio, 29,69% no setor de serviços e, por fim, 41,71% na indústria de transformação.

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Com os dados que separamos ao longo deste artigo, certamente ficou mais fácil compreender as vantagens de morar em uma cidade como Brusque e os principais pontos fortes da região, não é mesmo?

Se quiser conhecer Brusque de perto e, principalmente, seu maior fator econômico, aproveite a Feira Industrial Permanente de Brusque (FIP) para fazer algumas compras. Assim, você pode apoiar os negócios têxteis locais e, de quebra, observar o que a cidade tem a oferecer.

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